A APAE acredita que a inclusão e a equidade começam dentro de casa. Por isso, com base na Lei nº 14.611/2023 e no compromisso com a justiça social e os direitos humanos, apresentamos o Relatório de Transparência e Igualdade Salarial de Mulheres e Homens – 1º semestre de 2025.
O relatório tem como objetivo demonstrar, de forma clara e acessível, como está estruturada a política de remuneração da instituição, bem como apresentar os dados sobre gênero, raça/cor, cargos ocupados e critérios de remuneração, promovendo a transparência e reafirmando os valores da APAE.
Estrutura da equipe: presença feminina é destaque
A composição da equipe da APAE mostra um forte protagonismo feminino. Do total de 107 colaboradores ativos em 31/12/2024:
- 78,3% são mulheres
- 21,7% são homens
Dentro desse grupo, observa-se que:
- Mulheres não negras representam 59,4%
- Mulheres negras, 18,9%
- Homens não negros, 19,8%
- Homens negros, apenas 1,9%
Essa distribuição evidencia o espaço ocupado pelas mulheres na APAE e aponta a importância de ações afirmativas para ampliar a presença de homens negros, um grupo ainda sub-representado no quadro de colaboradores.
Equidade salarial é realidade
Do ponto de vista salarial, a APAE apresenta indicadores bastante positivos quando o assunto é igualdade entre mulheres e homens:
- O salário contratual mediano das mulheres equivale a 131% do valor recebido pelos homens.
- A remuneração média mensal das mulheres corresponde a 99,1% da dos homens.
Esses dados demonstram que, na prática, não há desigualdade significativa de remuneração entre gêneros na APAE. Pelo contrário, há indícios de valorização profissional das mulheres, inclusive na fase inicial de contratação.
Diferença por grupo ocupacional: onde estamos bem e onde podemos evoluir
A análise por grandes grupos ocupacionais reforça o compromisso com a equidade:
- 100% de igualdade salarial para mulheres em cargos técnicos, administrativos e de nível superior.
- Pequena diferença em cargos de dirigência e gerência, com remuneração média das mulheres atingindo 96,6% do valor recebido por homens.
- O maior desafio está nas atividades operacionais, onde a remuneração média das mulheres é de 68,9% em relação aos homens.
Esse recorte mostra que, embora a média geral seja positiva, ainda existem áreas específicas que exigem atenção, principalmente no que diz respeito às funções operacionais.
Critérios de remuneração: mais clareza e transparência
A APAE vem estruturando seus critérios de remuneração com base em princípios técnicos e objetivos, como:
- Plano de Cargos e Salários ou Plano de Carreira
- Tempo de experiência profissional
- Capacidade de trabalho em equipe
- Proatividade, desenvolvimento de ideias e sugestões
- Disponibilidade para ocupações específicas
A adoção desses critérios reforça a transparência nos processos internos de valorização profissional, contribuindo para um ambiente mais justo e previsível para os colaboradores.
Ações afirmativas e compromisso com a diversidade
A APAE tem também implementado ações concretas para promover a diversidade e a inclusão. Um exemplo importante é a política de apoio ao compartilhamento de obrigações familiares entre homens e mulheres, incentivando a equidade dentro e fora do ambiente de trabalho.
Compromisso permanente com a inclusão
A divulgação deste relatório reafirma o que está no coração da missão da APAE: a promoção da dignidade, do respeito e da inclusão em todas as esferas.
Seguiremos aprimorando nossas práticas, com base em dados e diálogo constante, para garantir que nosso ambiente de trabalho reflita os princípios de equidade que defendemos diariamente em nossas ações sociais.
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